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terça-feira, 7 de outubro de 2014

Psicografia: Entre Espinhos


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Entre Espinhos

Meus queridos, quero lhes dizer que o momento é de obras.
Aquele que honra à si labora em favor do próximo, indiscutivelmente.
Tal como árvores dão frutos, eis a razão pela qual nós também devemos ofertar nossa parte.
Toda obra que Deus oferta oferece sua boa parte, parcelas divinas
para o bem próprio e dos irmãos da jornada.

A inércia, meus irmãos,canaliza mais inércia.
Inspirem-se, renovem-se e sigam.
Não há escusas, nem mesmo de sentimentos abalados.
Quem acha valor nas obras que suas maos podem ofertar
não estaciona ou divaga, mas segue com  firme propósito.

O caminho, meus amados irmãos, é de avançarmos
e quanto maiores forem os impedimentos,
mais energia devemos dispensar.

Compreendam que os embates terrenos
se dão para nosso crescimento
e vejam como oportunidade divina.

Nada é em vão.
Os esforços pessoais são como pontes que atravessamos
em nosso próprio beneficio.
O esforço, nestes momentos atuais,
os tirarão das sombras
das influências que recaem
nos menos avisados.

Vemos irmãos influenciando outros irmaos,
obsessões muitas, desespero e desengano.
o caminho é obrar.



Aquele que não se detém segue no firme proposito,
se desemaranha dos laços influenciadores.
Esperamos meus irmãos que sigam com este pensamento alerta e latente.
Fixe-os na mente.
Quanto maior for o desejo de estagnação, maior deve ser o empenho.
O amor vence os obstáculos e reside no amor a apreciação das leis divinas
que nos norteiam os passos.

                                                                      ***

Mãe Maria nos diz um conto:

Havia um menino que atravessava um vale de espinhos descalço,
porém, mirando ao longe, vislumbrava uma luz tão intensa
e irresistível, como se parte desta fizesse, que seguia, rumava em sua direção
sedento de luz e amparo, os espinhos feriam-lhe os pés, a dor sentia, mas somente com esforço
poderia alcançar a luz, a paz que sua alma ansiava e menores ficaram as dores, se rendia em cada passo
ao seu desejo íntimo e inato de progresso.

Assim caminhamos nós, meus irmãos, entre espinhos,
mas não em vão.

Que Maria os permita igualmente
verem esta mesma luz da esperança, da paz, do amor e do amparo
quanto  mais progredimos, menores são os espinhos.
Eis aí o consolo dos bons atos.

Ansiamos todos um caminho florido, que nossos pés tocassem
apenas verdejantes campos, mas o homem, sem esforço, ignoraria
e apenas seguiria em seu conforto.

Crescer, evoluir e se aperfeiçoar somente é doloroso
se nos concentramos nos espinhos.
Ao estacionar, meditando nas dores, não seguimos.
já caminhamos por muitos espinhos, que faremos?
Voltar é percorrer pelos mesmos espinhos já passados.

Seguir e se desvencilhar, diminuir a distância
até o ponto, meus amados, que os espinhos já não mais existem
e o campo se mostra plenamente, massageando os pés e florindo o caminho.
Temos o livre-arbítrio.
Ou voltamos, paramos ou seguimos.
o que temos logo a frente é consolo
todo passo conta  e  é um a menos na jornada, quando bem vivida,
quando se entrega, quando oferta e os pés feridos nos servirão, um dia,
para compreendermos as lições que nos faltavam.

Aquele que ensina deve ter compreendido bem aquilo que aplicará.
Quando conhecermos as leis, os pesares, a relevância de nossa existência
é que poderemos nos abrigar na perfeiçao da luz divina.

Sigam, cada passo conta e ja é um progresso em si.
os espinhos diminuirão aos que conscientemente
obrarem. Esta é a certeza e esperança e consolo
que temos,recordemos enquanto caminhamos.

Vejam amados, a luz divina de braços abertos
os aguardando, os raios os atingem independente de onde estão
e ja é de consolo grandioso que tenham a força para seguirem bem
e a determinação do menino do conto de Maria.

Saibam que os pequeninos, muitas vezes são os mais persistentes,
por esta razão Jesus nos falou deles, pois se entregam de corpo e alma,
mais facilmente vislumbram a luz, o campo verde, enquanto os homens quando
se acham tão racionais, acabam por se perderem no caminho entre espinhos que eles mesmos
semearam ou que ainda não encontraram forças para passar e seguir.

Os pequeninos nos dão grandes lições,
lutam pela vida, mantêm firmes
os laços de esperança, se encantam em estarem progredindo,
cada vez que conseguem cumprir um desafio mais firme, se mantêm
pois sabem intuitivamente que virão outros desafios
e em cada novo desafio uma nova descoberta:

saem primeiro do conforto do ventre materno,
se esmeram após certo tempo em se comunicar
depois engatinham e somente com esforço que passam a andar,
titubeando, mas sedentos por novas possibilidades,
percebem que, ao caminhar, o mundo como que se expande diante de si.
Assim somos nós.

Que jamais se esqueçam que em cada desafio reside um conhecimento
e ele é infinito, assim como a criança encontra sua recompensa, nós todos, já crescidos também
encontramos, por isso insistimos em lhes dizer que sigam, que conduzam bem a si mesmos,
façam o bem a si, façam como os pequeninos com seus esforços.
A cada etapa conquistada, novos horizontes nos chegam.

Com o carinho de sempre
e o desejo constante
que sigam e se aperfeiçoem,

Josué
Mensagem Recebida em 04/10/2014, às 11:56