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sábado, 14 de junho de 2014

Série de Estudos dos Fenômenos: Transcomunicação Instrumental - além das religiões


A comunicação com os mortos na Igreja

Capa do livro do padre François Brune


“Escrevi este livro para tentar derrubar o espesso muro de silêncio, de incompreensão, de ostracismo, erigido pela maior parte dos meios intelectuais do ocidente. Para eles, dissertar sobre a eternidade é tolerável; dizer que se pode entrar em comunicação com ela é considerado insuportável.
Tomem este livro como um itinerário. Abandonem, tanto quanto possível, suas idéias preconcebidas. Não tenham medo; se este livro não os transformar, logo se aperceberão. Em todo caso, leiam esta obra como a história de uma descoberta fabulosa e verdadeira.
Progressivamente então, surgirão essas verdades essenciais que se tornarão, assim eu lhes desejo, a matéria de suas vidas. A morte é apenas uma passagem. Nossa vida continua, sem qualquer interrupção, até o fim dos tempos. Levaremos conosco para o além nossa personalidade, nossas lembranças, nosso caráter.
O após vida existe e nós podemos nos comunicar com aqueles que chamamos de mortos.”

 Pe. François Charles Antoine Brune

Boa tarde amigos!
Em continuação a série de estudos, hoje abordaremos a Transcomunicação Instrumental e seus tipos. Trata-se da comunicação de espíritos por meio de equipamentos eletrônicos como telefone, rádio, gravador, televisão, entre outros.


A frase postada no início, do padre François Charles Antoine Brune, nos evidencia mais uma vez que há a comunicação com "os mortos" como se costuma ouvir na igreja; interessante que alguns padres e alguns seguidores ainda pensam que "falar com mortos é pecado", pois que se peca então no Vaticano, visto que François é o responsável pela comunicação instrumental dentro do Vaticano. Consideremos e façamos nossas reflexões, o livro nos mostra exatamente esta realidade e como já afirmamos em outros posts: por ser verdade e fato eis que ocorrem em todos os ambientes, independente do crédulo, independente do país ou do momento no tempo.

Antes de considerarmos a própria transcomunicação, vejamos um pouco mais sobre o padre François e seu livro, por interessante que é aos nossos estudos e pela necessidade de vermos o todo e não somente as partes. Isso nos motiva, esperamos que os motivem igualmente à novas reflexões.


Pe.François Brune transcomunicador instrumental
O Pe. François Charles Antoine Brune é bacharelado em Latim, Grego e Filosofia. Cursou seis anos do “Grand Seminaire”, sendo cinco no Instituto Católico de Paris e na Universidade de Tubingen.
Tem cinco anos de curso superior de Latim e Grego na Universidade de Sorbone. Estudou as línguas assírio-babilônico, hebreu e hierógrifos egípcios. Foi licenciado em Teologia no Instituto Católico de Paris em 1960, e em Escritura Sagrada, no Instituto Bíblico de Roma, em 1964.
Foi professor de diversos “Grands Seminaires” durante sete anos e é da ordem de S. Sulpício. Estudou a tradição dos cristãos do Oriente e dedica-se a estudos dos fenômenos paranormais.Em 1983, o Pe. François Brune lançou seu primeiro livro - Pour Que L'Homme Devienne Dieu(Para que o Homem se Torne Deus).Em 1989 lançou o seu segundo livro, Les Morts Nous Parlent, que foi publicado no Brasil em 1991 com o título Os Mortos nos Falam e em 1993, En Direct Avec L’Au Dela, com Chauvin Remy, traduzido como Linha Direta do AlémTranscomunicação instrumental: realidade ou utopia?

Trechos destacados do livro:

“O mais escandaloso é o silêncio, o desdém, até mesmo a censura exercida pela Ciência e pela Igreja, a respeito da descoberta inconteste mais extraordinária de nosso tempo: o após-vida existe e nós podemos nos comunicar com aqueles que chamamos de mortos.”

“Estou verdadeiramente convencido de que, com a transcomunicação instrumental, dispomos de novos meios, fantásticos, que nos garantem nossa sobrevivência após a morte.”

Na matéria do site auraceleste.com.br temos um resumo sobre o assunto ainda para refletirmos:


François Brune é o representante do Vaticano para assuntos de Transcomunicação Instrumental (T.C.I.) técnica pelo meio da qual os mortos se comunicam com o mundo material através de aparelhos eletrônicos.
O Padre François Brune viu na transcomunicação instrumental uma forma de provar que a vida continua no além-túmulo: “Eu quero mostrar que a vida continua, que há Deus que nos ama, que nos espera e que o único valor da vida é o amor. Quero mostrar que a vida depois da morte depende de nossa vida neste mundo”.
Em seu livro, Brune reuniu vários relatos historicamente comprovados, um deles envolvendo inclusive um Papa. Em 17 de setembro de 1952, o padre Gemelli, que era então presidente da Academia Pontifícia de Ciências, tentava filtrar a qualidade do som de gravações de Canto Gregoriano. Exasperado com os problemas técnicos que enfrentava, exclamou: “Papai, me ajude!” Órfão desde a infância, padre Gemelli costumava repetir essa invocação sempre que estava em dificuldade. Tarefa terminada, ele voltou a escutar a fita. Quase desmaiou quando, de repente, em vez da gravação do canto, apareceu a voz de seu pai defunto que lhe dizia: “Mas é claro que vou te ajudar, Zuccone (Abobrão, em italiano), eu estou sempre perto de você!” Zuccone era o apelido que seu Pai lhe dera quando vivo.
Para quem desejar ler ou fazer download da obra mencionada deixamos o link: http://bvespirita.com/Linha%20Direta%20do%20Al%C3%A9m%20(Fran%C3%A7ois%20Brune%20e%20R%C3%A9my%20Chauvin).pdf
TRANSCOMUNICAÇÃO INSTRUMENTAL
O termo transcomunicação foi criado nos anos 80, na Alemanha, pelo físico e estudioso Ernst Senkowski.

Várias celebridades do mundo científico tentaram a Transcomunicação Instrumental (TCI), dentre eles: Thomas Edison, inventor da lâmpada e do fonógrafo, Gugliemo Marconi, precursor do rádio, Nikola Tesla, precursor do transformador e criador do motor de corrente contínua, e, no Brasil, o escritor Monteiro Lobato.

No Brasil, o pioneiro nestas pesquisas foi o português naturalizado brasileiro Augusto de Oliveira Cambraia, inventor das fibras do tecido cambraia. Dentre as suas 16 patentes requeridas, está a do Telégrafo Vocativo, que deu entrada em 1909, com a finalidade de comunicação com os espíritos.

A transcomunicação pode ser sonora, visual ou mista. As sonoras são obtidas principalmente com uso de gravadores e rádio. As visuais surgem nos vídeos, computadores e televisores mais expressivamente.
No caso das mistas as comunicações visuais são acompanhadas do som das vozes dos que se comunicam.

Comunicação Sonora
As primeiras comunicações registradas foram sonoras, por telefone, protagonizadas por médiuns de diversos países.


Clique para ampliar
Oscar D' Argonnel(tradutor da obra de William Crookes para o português), pesquisador brasileiro, entre 1917 e 1925 com a colaboração de dois médiuns recebeu centenas de telefonemas de espíritos. Suas experiências, fartamente documentadas encontram-se em sua obra "Vozes do Além pelo Telephone" publicada em 1925 e infelizmente já esgotada.

Para quem desejar ter acesso à obra, a deixamos no formato pdf abaixo, para leitura ou download, basta clicar: http://bvespirita.com/As%20Vozes%20do%20Al%C3%A9m%20Pelo%20Telefone%20(Oscar%20D%C2%B4Argonnel).pdf

A obra é interessante, há uma passagem no livro em que D 'Argonnel solicita uma prova à entidade que passa então a dar-lhe algumas.Vale a pena a leitura da obra.

Uma curiosidade a ser destacada para nossos estudos é a pergunta feita pelo escritor aos espíritos, ao notar que algumas vezes as vozes eram captadas claramente e noutras como roucas e teve como resposta que isso se dava em razão do médium "de quem tiram a força", o que nos lembra o fato de que outros fenômenos ectoplasmáticos também dependem para seu bom desenvolvimento do estado psicofísico do médium e da harmonia entre os presentes.

A repercussão dos estudos de transcomunicação faz com que o assunto não seja novidade em nenhum país, assim temos pesquisas e entidades que trabalham realizando estudos e documentando os mesmos desde muitos anos até os dias de hoje.

Casos notáveis a serem destacados ocorreram com Locher e Harsch, caso largamente investigado ocorrido na cidade de Rosenheim nos anos de 1967 e 1968.As comunicações ocorriam mesmo estando o telefone sem conexão com tomadas e fios - todo o relato encontra-se disponível no livro Teoria da Mediunidade, de Zalmino Zimmermann , capítulo XXII.

No mencionado livro constam casos diversos e observações importantes, que infelizmente não as colocamos de todo em respeito ao seu trabalho e às leis, eis que nos limitamos às citações destes nomes como o ocorrido na Alemanha com o dentista Dr.Kurt Bacheitz ou ainda com o escritor brasileiro Coelho Neto, um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras.

Outro nome a citarmos é Dr.Luiz da Rocha Lima, autor da obra "Mensagens dos Espíritos pelo Telefone" notável em seus estudos entre 1970 a 1980.


Outro tipo de comunicação por instrumentos é o da gravação direta da voz em disco ou fita, fenômeno conhecido pela sigla EVP - Eletronic Voice Phenomenon.

O primeiro a obter este tipo de gravação, segundo se sabe, foi o fotógrafo norte-americano Attila Von Szalay. Depois de assistir ao fenômeno de voz direta, entendeu que poderia gravar as vozes que se manifestassem, fixando um microfone de um gravador de disco de fonógrafo à saída de um megafone.

Destaca-se ainda a figura de Friedrich Juergueson (1903-1987) com gravações, não apenas de espíritos, como de sons da natureza - embora estivesse na Suécia Friedrich conseguira gravações de pios de pássaros típicos da Noruega.


Juergueson, em seu livro, "Telefone para o além", no capítulo 20, intitulado "Nas cavernas do submundo", nos mostra informações importantíssimas acerca da natureza ideoplástica do mundo espiritual, assunto já abordado por nós aqui no post sobre "Ideoplastia". Neste capítulo diz Juergueson:

"Nos  últimos  meses  recebia  frequentemente  dos  meus  amigos  do  Além­ 
mensagens  sobre as condições predominantes em certas regiões do mundo espiritual. Recebia  essas  mensagens  gradativamente,  de  acordo  com  a minha  evolução  e compreensão unitiva.

Primeiro  fizeram-­me  uma  descrição  detalhada  do  Além,  com  um  quadro 
bastante  claro  de  um  determinado  plano  de  existência,  ao  qual  meus amigos demonstravam especial dedicação. Esse local — se quisermos adotar esta palavra — denominava­-se  subúrbio  e  abrangia  uma  série  de “distritos”  ou  planos  de  existência (estados de consciência). [podemos ver que fala das esferas espirituas]

Depois  me  foi  descrito  o  plano  inferior,  que  abriga  os  representantes de 
pavorosas  deformações  do  espírito  humano. Tais  deformações  podiam assinalar-­se como  consequência  direta  da  crueldade  em  geral,  cuja  força cega  criou,  dentro  da plasticidade  de  fácil  configuração  da  matéria  das esferas  sutis,  regiões ocas,  que  os meus  amigos  chamavam  cavernas. As ondas negativas de  pensamento  e  emoções  — sobretudo  o  pavor ,  a inveja  e  o  ódio — mediante a  força  do desejo  e da  imaginação, formam, facilmente,  com  a  matéria  astral,  elementos  que  correspondem exatamente ao  caráter   desses  impulsos  emocionais. O  estado  da  coisa em  si,  ou  seja,  a  formação do  ambiente,  parece  processar-­se  de  modo quase  automático,  independentemente, por tanto, da vontade individual."

Tais informações também foram recebidas por médiuns como Chico Xavier e Yvonne do Amaral Pereira mediante psicografia, especialmente na série "A vida no Mundo Espiritual" de André Luiz, e "Memórias de um Suicida" de Ivonne do Amaral Pereira.


Ainda no que diz respeito a natureza ideoplástica do mundo espiritual, vemos mais uma vez que o que nos leva a uma boa condição no além não é a nossa religião ou concepção filosófica da vida, podemos ser Espíritas, Católicos, Budistas, Hindus, estudantes Rosa Cruz, Ateus, Agnósticos, Satanista, Umbandista, praticante do Candomblé e etc. O que importa no final da vida corpórea é apenas e tão somente o seu estado mental, seu estado psicológico. Ninguém irá te julgar para que você possa ir ao Inferno ou ao Céu, sua consciência é o seu juiz, seu estado psicológico definirá onde, no plano espiritual, você estará. E ninguém será culpado por isso, nem terá o mérito por isso, você e apenas você é o responsável pela sua condição após a morte. 


São muitos os nome que podemos mencionar no post e seus inúmeros estudos,porém ficaria gigantesca a matéria, assim destacamos alguns para que possam estudar suas obras: Konstantin Raudive, Guimarães Rosa, George William Meek, Hans Heckmann (construtor do aparelho Spiricom), Carlos Eduardo Luz - este último, professor que trabalha com programas de computação (softwares) realizou apurada análise espectográfica de ondas no qual separava os componentes de uma onda eletronicamente - concluindo em seus experimentos científicos a existência de ostensiva diferença entre a voz dos espírito e das pessoas encarnadas. Suas pesquisas apresentadas em Congresso alcançaram grande repercussão e Carlos Luz conquistou significado histórico.

Para encerrar a seção sobre comunicações sonoras, colocamos aqui simplesmente a mais perfeita transcomunicação sonora que já foi conseguida, feito alcançado em 2002, durante o XI Congresso Espírita da Bahia, realizado no Centro de Convenções da Bahia, com a participação de 2.344 pessoas, provindas de 117 cidades de 14 Estados brasileiros, onde foi realizada uma sessão de Transcomunicação Instrumental, com a coordenação do pesquisador Clóvis Nunes. O Aúdio segue abaixo, de início Clóvis começa falando, logo após começa o Espírito Astrolgildo; o áudio não é muito bom, mas podemos perceber claramente a comunicação transcrita abaixo.





"Hoje vejo em luz suave
Sem sofrimento, sem dores
Assistindo a este conclave
Na presença dos mentores.

Aos meus contemporâneos
Que no corpo ainda estão
Não demorem muitos anos
Venham logo para cá.

Minha Carminha querida
Dona dos afetos meus
Deste outro lado da vida
Os meus olhos fitam os teus.

Daqui vos fala Astrogildo
Petitinga ao lado
Etiene, Deolindo e Amarildo
Com Leopoldo Machado."



Comunicação Visual
Comunicação visual são as obtidas por computador, televisão e fax.As recepções por computador têm surpreendido pela qualidade das fotos e pelos longos textos que são diretamente inseridos pelos espíritos no winchester do computador, de acordo com os recursos ectoplasmáticos disponíveis.

Ao que consta as primeiras manifestações aconteceram na Inglaterra e já em 1980 já contavam com inúmeras comunicações.As imagens são de espíritos, animais e natureza/paisagens.

Klaus Schreiber pioneiro nesta área recebeu notícias de que imagens de espíritos poderiam ser mostradas na TV, o que efetivamente lhe ocorre no ano seguinte em 1984, através do sistema batizado Vidicom. 

Comunicação Mista
É a associação entre imagem e som.Inaugurada por Konstantin Raudive, espírito, comunicando-se através do equipamento do casal Jules e Maggy Harsch em Luxemburgo, em 1988 - "é um momento histórico, tanto para o vosso lado como no de cá" disse Rauve.

Na Atualidade
Sonia Rinaldi,fundadora da Ação Nacional de Transcomunicadores – ANT - e uma das grandes pesquisadoras do assunto no Brasil, o país tem hoje os melhores resultados do mundo. Sonia passou a se interessar pelo assunto em 1988, quando freqüentava o Instituto Brasileiro de Pesquisas Psicobiofísicas - IBPP - dirigido pelo Dr. Hernani Guimarães Andrade. Foi ele quem sugeriu que iniciasse as gravações, e como naquela época não havia qualquer tipo de orientação, resolveram então seguir a intuição. Os resultados foram positivos, mas foram cerca de 16 anos para alcançar uma evolução notável, que começou com um simples gravador e evoluiu para os telefonemas para o "outro lado", com sincronia de imagens.

Aos leitores que desejarem conhecer mais trabalhos atuais feito aqui no Brasil deixamos um link de site para estudarem: http://redetcibrasil.net/

Considerações Finais:


Psicofonia, Psicografia, Telepatia, Materializações de Espíritos, Aparições, Experiências fora do Corpo, Lembranças de Vidas Passadas, Clarividência, Clariaudiência, Transcomunicação Instrumental.Enfim,  são inúmeros os meios que os Espíritos usam para se comunicar conosco, aqueles que possuem olhos de ver que vejam, ouvidos de ouvir que ouçam, os fatos aí estão para que todos nós, livres de ideias pré-concebidas, possamos estudar e ter no nosso íntimo a certeza, e não a crença, de que a vida continua após a morte e, desde já, possamos nos educar para a morte e mudar a nossa visão sobre esse fenômeno que ainda trás muita dor para àqueles que ficam e também para os que vão. E que possamos estudar, nos preparar, para  ajudar aos mentores no auxílio aos que morrem e não têm ideia do que lhes aconteceu. Que sejamos aqueles a fazer parte do imenso exército de amparo dos missionários que socorrem os aflitos, sejam aqui na Terra, seja no mundo espiritual.

***

"Os Espíritos do Senhor, que são as virtudes dos Céus, qual imenso exército que se movimenta ao receber as ordens do seu comando, espalham-se por toda a superfície da Terra e, semelhantes a estrelas cadentes, vêm iluminar os caminhos e abrir os olhos aos cegos.
Eu vos digo, em verdade, que são chegados os tempos em que todas as coisas hão de ser restabelecidas no seu verdadeiro sentido, para dissipar as trevas, confundir os orgulhosos e glorificar os justos.
As grandes vozes do Céu ressoam como sons de trombetas, e os cânticos dos anjos se lhes associam. Nós vos convidamos, a vós homens, para o divino concerto. Tomai da lira, fazei uníssonas vossas vozes, e que, num hino sagrado, elas se es-tendam e repercutam de um extremo a outro do Universo.
Homens, irmãos a quem amamos, aqui estamos junto de
vós. Amai-vos, também, uns aos outros e dizei do fundo do co-ração, fazendo as vontades do Pai, que está no Céu: Senhor!
Senhor!... e podereis entrar no reino dos Céus."

O ESPÍRITO DE VERDADE
Psicografia presente no prefácio de
 "O Evangelho Segundo o Espiritismo"