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quinta-feira, 6 de junho de 2013

O que são Egrégoras e Como Operam?



Egrégora provém do grego “egrégoroi” e designa a força gerada pelo somatório de energias físicas, emocionais e mentais de duas ou mais pessoas, quando se reúnem com qualquer finalidade.

Estão presentes em todas as coletividades, sejam nas mais simples associações, ou mesmo nas assembleias religiosas; são aglomerados de moléculas do Plano Astral, que tomam forma quando são criadas pelo pensamento nítido e constante de uma pessoa ou de um grupo de pessoas e passam a ‘viver’ magnetizadas por essas mentes.

Essas aglomerações, quando criadas e mantidas por magnetização forte e prolongada de numerosas pessoas (por vezes, durante séculos e milênios), assumem também proporções gigantescas, com poder atuante, por vezes quase irresistível.Denomina-se, então, um egrégoro.

E quase todos os grupos religiosos o possuem; alguns pequenos, outros maiores.

Funcionam quase como uma ‘bateria de acumuladores que são alimentados pelas mentes que os cria’, como escreveu Leadbeater em “O Plano Astral”(Editora Pensamento).

Logicamente, quanto mais forte é a criação e a alimentação,mais poderoso e atuante se torna esse ser artificial.



Quando se trata de egrégoras espirituais, como por exemplo, uma reunião em um centro espírita, ou mesmo com um fim espiritual específico, seres espirituais constroem essas egrégoras juntamente com os fundadores do lugar, ou a pessoa ou pessoas que tem uma finalidade muito específica ou comum. 


A egrégora do Espiritismo é alimentada por livros, Centros Espíritas, médiuns e simpatizantes,etc.

Assim como no espiritismo,  temos egrégoras formadas igualmente no catolicismo, no budismo e demais religiões em que os pensamentos dos devotos e seguidores geram, pela força do pensamento, uma energia benéfica grande ( e se conectam pela sintonia) inclusive promovendo sensações que podem ser percebidas ao frequenter um centro, templo ou grupo de estudos ou de trabalho assistencial – paz, conforto, amor, amparo, etc.

O mesmo se aplica aos lugares, existem lugares pequenos ou grandes que também nos permite percebermos o seu padrão vibracional a partir dos pensamentos e situações que ali aconteceram ou ainda acontecem. A sensação poderá ser boa ou não – imagine a egrégora formada por reunião de grupos extremistas onde os indivíduos compartilham dos mesmos ideais racistas – assim temos outro tipo de  egrégora.Imagine agora a energia existente no Santuário de Fátima, onde tantas curas aconteceram.


No Espiritismo existem algumas egrégoras muito conhecidas como a de cura também – formada pelas falanges dos médicos , composta de centenas de trabalhadores espirituais. Na maioria das vezes, eles foram em suas últimas vidas, médicos, curandeiros, raizeiros, benzedores e rezadores, dentre eles encontramos Bezerra de Menezes.


Ainda neste contexto temos os símbolos, eles são usados por religiões, grupos, entidades, associações, clubes, times, bandeiras, enfim, são encontrados em praticamente tudo o que nos cerca ou em alguns casos nos acompanham gravados no corpo (tatuagens).

Primeiramente é preciso entender  que todo símbolo é a representação de uma egrégora e que uma egrégora é o foco mental de diversos pensamentos, formas pensamento e egrégoras menores, como engrenagens que sustentam uma egrégora maior.

Os símbolos são veículos energéticos, pois estão ligados a egrégoras e terão maior ou menor poder de ação, podendo nos influenciar mentalmente e energeticamente, não apenas segundo a sua capacidade de força energética, mas segundo a forma como nos ligamos a esse símbolo.

Portanto a suástica vinculada ao Regime Nazista de Adolf Hitler está ligada a uma egrégora com as mesmas sintonias (a suástica apresenta algumas variações e também pode ser encontrada no contexto religioso, sendo portanto diferente de acordo com seu uso), outros símbolos como caveiras, facas e etc seguem com suas sintonias da mesma forma.

Como há também símbolos que representam a prosperidade, amor, religiões, paz.Como vemos a sintonia opera de várias formas, razão pela qual mesmo inconsciente nos sentimos mais atraídos com determinados padrões vibracionais de locais, grupos, símbolos, pessoas, entidades. A sensação pode ser boa (afinidade) ou não.

Cidades, países, clubes, famílias tem cada qual sua egrégora.

E qual a relação das Egrégoras com a nossa vida?
Toda. 
Quantas vezes não entramos em algum ambiente e nos sentimos desconfortáveis, com mal estar ou até mesmo ficamos com dores de cabeça após algum tempo? O que acontece é que nossos sete corpos, como geradores e receptores eletromagnéticos, ressoam com o ambiente e as pessoas ao nosso redor, onde quer que nos encontremos. 
Se o ambiente está carregado com uma egrégora que se comporta de uma maneira oposta aos nossos pensamentos, com certeza ocorrerá um choque entre elas (claro que existem círculos de proteção pessoal e isolamentos psíquicos).
Como já dissemos anteriormente, os planos mentais/astrais e espirituais também vibram em freqüências mais altas ou mais baixas. Conforme você está em ressonância com cada tipo de vibração, você atrai aquilo que você pensa. É a origem dos termos profanos “estar de alto astral” (que significa “o estado de vibração de meu corpo está em ressonância com as altas vibrações do astral”) e “estar de baixo astral”.
Quanto mais opostas as egrégoras, piores as sensações; quanto mais afinidade, melhores as sensações.

Para finalizar egrégoras são diferentes das formas pensamentos, já abordadas no blog.Veja a imagem abaixo, que demonstra a diferença.Temos pensamentos de alguns indivíduos que formam uma egrégora dentro de um ambiente de trabalho, comparada a forma-pensamento de um único indivíduo.




Fonte/sites:  somostodosum;aluzdadoutrinaespirita;deldebbio.com.br;universo-da-luz