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domingo, 6 de abril de 2014

Sir William Crookes e as suas pesquisas com o Espírito Katie King


"Trinta anos se passaram desde que publiquei as atas das experiências tendentes a demonstrar que fora dos nossos conhecimentos científicos existe uma força posta em atividade, por uma inteligência diferente  da inteligência comum a todos os mortais. Nada tenho que retratar dessas experiências e mantenho minhas verificações já publicadas, podendo mesmo a elas acrescentar muita coisa."      
                                                                                                              
"O Espiritismo está cientificamente demonstrado."                                                                                                        William Crookes  



"Assim como um viajante que explora um país longínquo, cujas maravilhas não fossem até então conhecidas senão por notícias e contos de caráter vago e pouco exato, assim, desde quatro anos procedo assiduamente a pesquisas em uma região das ciências naturais que oferece ao homem de ciência um solo quase virgem. Do mesmo modo que o viajante percebe nos fenômenos naturais de que é testemunha  a ação das forças governadas por leis naturais, onde outros não vêem senão a intervenção caprichosa de deuses ofendidos, assim me esforcei por esboçar a operação das leis e das forças da natureza onde outros não têm visto mais do que a ação de seres sobrenaturais sem dependência de qualquer lei e sem obediência a qualquer força senão a da sua livre vontade". 

Dessa forma William Crookes inicia um artigo sobre suas pesquisas acerca dos fenômenos espirituais que estudou, publicado num órgão de divulgação científica muito famoso na Europa do Século XIX, o Quartely Journal of Science "RESEARCHES IN THE PHENOMENA OF SPIRITUALISM" . Mas quem foi mesmo William Crookes ? Deixemos que  o Dr. Paul Gibier fale-nos um pouco dele:
 e posteriormente publicando, de forma mais detalhada, no seu livro
"Aos vinte anos publicava interessantes memórias sobre a luz polarizada; depois, foi um dos primeiros na Inglaterra que estudaram, por meio do espectroscópio, as propriedades dos espectros solar e terrestre. Devem-se-lhe importantes trabalhos sobre a medida da intensidade da luz, e engenhosos instrumentos: o fotômetro de polarização e o microscópio espectral, por exemplo. Seus escritos sobre a química geral   foram muito apreciados desde que apareceram. É autor de um tratado de análises químicas (Métodos escolhidos), hoje clássico. Devem-se-lhe numerosas investigações em Astronomia, especialmente sobre fotografia celeste. Em 1855-56, a Sociedade Real de Londres, que o admitiu no número de seus membros efetivos – em primeiro escrutínio –, concedeu-lhe a título de animação um prêmio pecuniário para prosseguir em seus trabalhos sobre a fotografia da Lua. O Governo da Rainha enviou-o ultimamente a Oran, para observar o eclipse. Acrescentemos ainda que se ocupa de Medicina e de Higiene, como provam seus trabalhos sobre a peste bovina, etc. Mas duas descobertas principalmente classificaram o Sr. Crookes entre os mestres da ciência moderna: o ilustre sábio já se tinha distinguido por um processo de amálgama com o auxílio do sódio, processo que é hoje empregado na Austrália, na Califórnia e na América do Sul, pela indústria metalúrgica do ouro, quando fez conhecer um novo corpo simples metálico: o Tálio. Aprecia-se o valor de semelhante descoberta quando se sabe que o número dos corpos simples conhecidos na série dos metais elevava-se a 50, mais ou menos. O Sr. Crookes foi conduzido a essa preciosa descoberta por seus trabalhos sobre a análise espectral. Foi também assim que foram isolados o cério, o rubídio e o índio. Lembremos, de passagem, que se denominam corpos simples os metalóides e metais que se encontram no limite da análise química e que nenhum processo conhecido os pode decompor em outros corpos. Conseguintemente, a designação de corpos simples dá antes a medida de nossos meios de investigação do que uma verda-deira definição da natureza real desses corpos. Não temos, com efeito, nenhuma idéia exata do que seja a MATÉRIA. Eis onde ainda está a ciência dos homens!
A segunda descoberta do Sr. Crookes vem corroborar o que avançamos: queremos falar da matéria radiante(o que hoje é chamado de Plasma). O Sr. Crookes, por meio de uma série de experiências de exatidão extrema, demonstrou esse estado entrevisto por Faraday. Não faremos o histórico dessas experiências tão importantes sob o ponto de vista filosófico da Química, da Física e do estudo da matéria em geral; em resumo, ressalta disso que a matéria, em sua essência, deve ser UMA e os corpos variados que caem sob nossos sentidos imperfeitos não passam de um agenciamento, de uma estrutura molecular especial da matéria, segundo a expressão do célebre químico Boutlerow, de São Petersburgo, que, digamo-lo incidentemente, confirmou o que pôde examinar das experiências do Sr. Crookes sobre a força psíquica. O Sr. Crookes repetiu as suas experiências sobre a matéria radiante em 1879 (setembro), no Congresso da British Association para o adiantamento das ciências, e em 1880, na Escola de Medicina de Paris e no Observatório, a convite do professor Wurtz e do Almirante Mouchez. Os efeitos produzidos pela matéria nesse estado são dos mais surpreendentes e de uma potência formidável. Foi um grande sucesso para o Sr. Crookes. As poucas linhas precedentes darão, pelo menos esperamo-lo, uma idéia do alto valor científico do homem que não temeu abor-dar o estudo dos fenômenos espíritas."


William Crookes, inicialmente, não acreditava na existência desses fenômenos, muito menos que suas causas derivassem da existência de Espíritos. Porém, tais fatos chegaram muito próximos dele, através da médium Florence Cook, que se ofereceu para que ele a pudesse estudar sem nenhuma restrição. Assim, durante quatro anos, Crookes estudou alguns médiuns, em sua própria casa e impondo suas próprias restrições, alguns deles foram: Kate Fox, uma das meninas fox, protagonista dos famosos fenômenos de Hydesville, na época dos estudos de Crookes uma mulher por volta dos seus 30 anos; um dos médiuns de efeitos físicos mais notáveis da história, Daniel Dunglas Home(foto), citado várias vezes por Allan Kardec em "O Livro dos Médiuns" e a própria Florence Cook.
Durante suas experiências com tais médiuns Crookes teve a oportunidade de ver e estudar diversos fenômenos de efeitos físicos, como movimento de objetos sem contato, objetos que apareciam dentro de aposentos fechados de maneira misteriosa, luzes de uma tonalidade bem particular que apareciam no aposento e de várias formas diferentes, sons como que de pancadas no aposento, de tal forma que era possível uma comunicação por pancadas com a inteligência invisível que se manifestava, porém sem dúvida os mais impressionantes fenômenos estudados por Ele foram os da materialização do Espírito Katie King, onde ela apareceu para ser analisada por Crookes, durante 3 anos em sua casa, podendo ser apalpada, auscultada, ter os cabelos tocados e cortados pelo pesquisador. Deixamos abaixo  o relato da última aparição de Katie, contado por William Crookes, extraído do livro acima citado.


“Tendo eu tomado parte muito ativa nas últimas sessões da Srta. Cook e obtido muito bom êxito na produção de numerosas fotografias de Katie King, com o auxílio da luz elétrica, julguei que a publicação de alguns detalhes seria interessante para os espiritualistas.

Durante a semana que precedeu a partida de Katie, ela deu sessões em minha casa, quase todas as noites, a fim de me permitir fotografá-la à luz artificial. Cinco aparelhos completos de fotografia foram, pois, preparados para esses efeitos. Eles consistiam em cinco câmaras escuras, uma do tamanho de placa inteira, uma de meia placa, uma de quarta, e de duas câmaras estereoscópicas binoculares, que deviam todas ser dirigidas sobre Katie ao mesmo tempo, cada vez que ela ficasse em posição de se lhe obter o retrato. Cinco banhos sensibilizadores e fixadores foram empregados e grande números de placas foram preparadas previamente, prontas a servir, a fim de que não houvesse nem hesitação nem demora durante as operações fotográficas, que eu mesmo executei, assistido por um ajudante.
Katie King materializada e observada por Dr. Gully


A minha biblioteca serviu de câmara escura: ela possuía uma porta  de dois batentes que se abria para o laboratório; um desses batentes foi levantado dos seus gonzos e uma cortina colocada em seu lugar, para permitir a Katie entrar e sair facilmente. Os nossos amigos, que se achavam presentes, estavam sentados no laboratório, em frente à cortina, e as câmaras escuras ficaram colocadas um pouco atrás deles, prontas a fotografar Katie quando ela saísse, e a tomar igualmente o interior do gabinete todas as vezes que a cortina fosse levantada para esse fim.

Cada noite, havia 3 ou 4 exposições de placas nas 5 câmaras escuras, o que dava pelo menos 15 provas por sessão. Algumas se estragaram no desenvolvimento, outras ao regular a luz; apesar de tudo, tenho 44 negativos, uns medíocres, alguns nem bons nem maus e outros excelentes.

Katie recomendou a todos os assistentes que ficassem sentados e observassem essa exigência; somente eu não fui incluído na medida; depois de algum tempo permitiu-me fazer o que eu desejasse, tocá-la, entrar no gabinete e dele sair, quase todas as vezes que eu quisesse.

Acompanhei-a muitas vezes ao gabinete e algumas vezes vi Katie e a médium, ao mesmo tempo; geralmente, pois, eu só encontrava a médium em letargia e deitada no soalho; Katie, com o seu vestuário branco, tinha instantaneamente desaparecido.

Durante esse seis últimos meses, a Srta. Cook fez-nos numerosas visitas e demorava-se algumas vezes uma semana em nossa casa; só trazia consigo pequena mala de mão, que não fechava à chave; durante o dia estava em companhia da Sra. Crookes, na minha ou na de algum outro membro da minha família; não dormia só, não tinha ocasião de preparar algo, mesmo de caráter menos aperfeiçoado, que fosse apto para representar o papel de Katie King.

Eu mesmo preparei e dispus a minha biblioteca, assim como a câmara escura, e, como de costume, depois que a Srta. Cook jantava e conversava conosco, ela se dirigia logo ao gabinete; a seu pedido eu fechava à chave a segunda porta, guardando a chave comigo durante toda a sessão; então, abaixava-se o gás e deixava-se a Srta. Cook na escuridão.

Katie King
Entrando no gabinete, a Srta. Cook deitava-se no soalho, repousando a cabeça num travesseiro, e logo depois caía em letargia. Durante as sessões fotográficas, Katie envolvia a cabeça da médium com um xale, para impedir que a luz lhe caísse sobre o rosto.
Várias vezes levantei um lado da cortina, quando Katie estava em pé, muito perto, e então não era raro que as 7 ou 8 pessoas que estavam no laboratório pudessem ver, ao mesmo tempo, a Srta. Cook e Katie, à plena claridade da luz elétrica. Não podíamos então perceber o rosto da médium, por causa do chalé, mas notávamos as suas mãos e pés; vimo-la mover-se, penosamente, sob a influência dessa luz intensa, e, por momentos, ouvíamos-lhe os gemidos. 

Tenho uma prova de Katie e da médium fotografadas juntamente; mas Katie está colocada diante da cabeça da Srta. Cook.Enquanto eu tomava parte ativa nessas sessões, a confiança que em mim tinha Katie aumentava gradualmente, a ponto de ela não querer mais prestar-se à sessão, sem que eu me encarregasse das disposições a tomar, dizendo que queria sempre me ter perto dela e perto do gabinete. Desde que essa confiança ficou estabelecida, e quando ela teve a satisfação de estar certa de que eu cumpriria as promessas que lhe fazia, os fenômenos aumentaram muito em força e foram-me dadas provas que me seriam impossíveis obter se me tivesse aproximado da médium de maneira diferente.

Katie me interrogava muitas vezes a respeito das pessoas presentes às sessões e sobre o modo de serem colocadas, pois nos últimos tempos se tinha tornado muito nervosa, em conseqüência de certas sugestões imprudentes, que aconselhavam empregar a força para tornar as pesquisas mais científicas.
Katie King se materializando
com ectoplasma
cedido por Florence Cook
Uma das fotografias mais interessantes é aquela em que estou em pé, ao lado de Katie, tendo ela o pé descalço sobre determinado ponto do soalho. Vestiu-se em seguida a Srta. Cook como Katie; ela e eu nos colocamos exatamente na mesma posição, e fomos fotografados pelas mesmas objetivas colocadas perfeitamente como na outra experiência, e alumiados pela mesma luz. Quando os dois esboços foram postos um sobre o outro, as minhas duas fotografias coincidiram perfeitamente quanto ao porte, etc., mas Katie é maior meia cabeça do que a Srta. Cook e perto dela parece uma mulher gorda. Em muitas provas, o tamanho do seu rosto e a estatura do seu corpo diferem essencialmente da médium e as fotografias fazem ver vários outros pontos de dessemelhança.

Mas a fotografia é tão impotente para representar a beleza perfeita do rosto de Katie quanto as próprias palavras o são para descrever o encanto de suas maneiras. A fotografia pode, é verdade, dar um desenho do seu porte; mas como poderá ela reproduzir a pureza brilhante de sua tez ou a expressão sempre cambiante dos seus traços, tão móveis, ora velados pela tristeza, quando narra algum acontecimento doloroso da sua vida passada, ora sorridente, com toda a inocência de uma menina, quando reúne os meus filhos ao redor de si e os diverte contando-lhes episódios das suas aventuras na Índia?
Vi tão bem Katie, recentemente, quando estava alumiada pela luz elétrica, que me é possível acrescentar alguns traços às diferenças que, em precedente artigo, estabeleci entre ela e a médium.

Tenho a mais absoluta certeza de que a Srta. Cook e Katie são duas individualidades distintas, pelo menos no que diz respeito aos seus corpos. Vários pequenos sinais, que se acham no rosto da Srta. Cook, não existem no de Katie. A cabeleira da Srta. Cook é de um castanho tão forte que parece quase preto; um cacho da cabeleira de Katie, que tenho à vista e que ela me permitira cortar de suas tranças luxuriantes, depois de ter seguido com os meus próprios dedos até ao alto da sua cabeça e de haver convencido de que ali nascera, é de um rico castanho dourado.

William Crookes de braços dados
com Katie King
Uma noite, contei as pulsações de Katie; o pulso batia regularmente 75, enquanto o da Srta Cook, poucos instantes depois atingia a 90, seu número habitual. Auscultando o peito de Katie, eu ouvia um coração bater no interior e as suas pulsações eram ainda mais regulares que as do coração da Srta. Cook, quando, depois da sessão, ela me permitia igual verificação.

Examinados da mesma forma, os pulmões de Katie mostraram-se mais sãos que os da médium, pois, no momento em que fiz a experiência, a Srta. Cook seguia tratamento médico por motivo de grave bronquite.

Os leitores acharão, sem dúvida, interessante que as suas narrações e as do Sr. Ross Church, acerca da aparição de Katie, venham reunir-se às minhas, pelo menos as que posso publicar.





Quando chegou o momento de Katie nos deixar, pedi-lhe o obséquio de ser eu o último a vê-1a. Chamou ela a si cada pessoa da sociedade e lhes disse algumas palavras em particular, deu instruções gerais sobre nossa direção futura e sobre a proteção a dispensar à Srta. Cook. Dessas instruções, que foram estenografadas, cito o seguinte: “O Sr. Crookes sempre agiu muito bem, e é com a maior confiança que deixo Florence em suas mãos, perfeitamente convicta de que não faltará à confiança que tenho nele. Em todas as circunstâncias imprevistas, o Sr. Crookes poderá agir melhor do que eu mesma, porque tem mais força.”

Tendo terminado suas instruções, Katie convidou-me a entrar no gabinete consigo e permitiu-me ficar nele até o fim. Depois de fechada a cortina, conversou comigo durante algum tempo, em seguida atravessou o quarto para ir até à Srta. Cook, que jazia inanimada no soalho; inclinando-se para ela, Katie tocou-a e disse-lhe: “Acorda, Florence, acorda! É preciso que eu te deixe agora!”

A Srta. Cook acordou e, em lágrimas, suplicou a Katie que ficasse algum tempo ainda: “Minha cara, não posso; a minha missão está cumprida; Deus te abençoe!”, respondeu Katie, e continuou a falar à Srta. Cook. Durante alguns minutos conversaram juntas, até que enfim as lágrimas da Srta. Cook a impediram de falar. Seguindo as instruções de Katie, precipitei-me para suster Cook, que ia cair sobre o soalho e que soluçava convulsivamente. Olhei ao redor de mim, mas Katie, com o seu vestido branco, tinha desaparecido. Logo que a Srta. Cook ficou suficientemente calma, trouxeram luz e a eu conduzi para fora do gabinete.
Katie em processo de formação

As sessões, quase diárias, com que a Srta. Cook me favoreceu ultimamente, muito esgotaram as suas forças e desejo patentear, o mais possível, os obséquios que lhe devo pelo seu empenho em me ajudar nas experiências.

A qualquer prova que eu propusesse, concordava ela em submeter-se com a maior boa vontade; a sua palavra é franca e viva e vai diretamente ao assunto. Nunca vi a menor coisa que pudesse assemelhar-se à mais ligeira aparência do desejo de enganar. Na verdade, não creio que ela pudesse levar uma fraude a bom termo, porque, se o tentasse, seria prontamente descoberta, por ser completamente estranho à sua natureza tal modo de proceder.

E quanto a imaginar que uma inocente colegial de 15 anos tenha sido capaz de conceber e de pôr em prática durante três anos, com grande êxito, tão gigantesca impostura como esta, e que durante esse tempo se tenha submetido a todas as condições que dela se exigiram, que tenha suportado as pesquisas mais minuciosas, que tenha consentido em ser examinada a cada momento, fosse antes, fosse depois das sessões; que tenha obtido ainda mais êxito na minha própria casa do que na casa de seus pais, sabendo que ia para ali expressamente com o fim de se submeter a rigorosos ensaios científicos, quanto a imaginar que a Katie King dos três últimos anos é o resultado de uma impostura, isso faz mais violência à razão e ao bom senso do que crer que Katie King é o que ela própria afirma ser.

Não me seria conveniente concluir este artigo sem agradecer igualmente ao Sr. e à Sra. Cook as grandes facilidades que me proporcionaram para poder prosseguir nas minhas observações e experiências. Os meus agradecimentos e os de todos os espiritualistas são também devidos ao Sr. Charles Blackburn, pela sua generosidade que permitiu à Srta. Cook consagrar todo o seu tempo ao desenvolvimento dessas manifestações e, em último lugar, ao seu exame científico.”

Acreditamos ser de suma importância a leitura dessa obra de William Crookes, sobretudo para aqueles que desejam ter um contato maior com os vários fenômenos da Fenomenologia Espírita, a leitura dessa obra nos leva a profundas reflexões sobre a nossa existência e o esforço que o mundo espiritual sempre tem feito para nos provar que a Alma é Imortal. Deixamos os links para o livro pára quem desejar uma consulta mais aprofundada.